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O Novo Advogado em tempos de crise

O Novo Advogado, aquele com suas habilidades atualizadas ao cenário atual, precisa colocar seus conhecimentos em prática.

Em palestra de César Babler no Congresso Brasileiro de Inovação houveram algumas discussões comparativas acerca do advogado do passado.

 

Aquele que acreditava que seu dever era conhecer os assuntos da área jurídica, decorar os textos dos dispositivos legais.

E atuar diretamente em seus casos e do advogado do futuro que tem utilizado os meios tecnológicos como recursos importantes para a realização das suas atividades.

 

O Novo Advogado e o novo tipo de advogar

O advento tecnológico proporcionou ao mundo jurídico inúmeras mudanças nos últimos 10 anos.

Hoje, os processos já são disponíveis no modelo digital, no qual, o advogado já consegue peticionar e realizar atos no processo sem precisar está fisicamente nos fóruns e varas jurídicas.

Já é possível também que audiências ocorram por vídeo conferência.

 

As tecnologias e o Novo Advogado

Ou seja, as tecnologias vieram dar um suporte positivo para a população, garantindo que as partes não percam mais tempo e dinheiro.

Vale mencionar que as mudanças tecnológicas ganham espaço na década de 90 quando o índice de globalização possibilita que os países importem e exportem conhecimento e bens de insumo de forma mais célere.

A robótica já tem uma expressa pretensão de inovar no campo jurídico.

Já existem protótipos de robôs com inteligência artificial em alguns países que conseguem julgar processos de forma muito mais célere que a capacidade humana.

 

O Novo Advogado no Brasil e no mundo

Apesar de ainda não serem utilizados em massa, esse tipo de inovabilidade faz com que os advogados comessem a enxergar que o direito e o ato de advogar não estão estacionados no tempo.

É necessário que esse grupo de profissionais siga observando de perto as mudanças que estão sendo provocadas constantemente, seja no âmbito nacional ou internacional, seja uma mudança radical ou não.

 

As novas competências do Novo Advogado

Fugindo um pouco das ideias tecnológicas, existem novas competências que os advogados precisam ter para melhorar a sua atividade e alcançar a satisfação dos seus clientes, como as competências comportamentais.

É notório que as partes em litígio busquem o poder judiciário para então alcançar a sua satisfação e por termo ao problema causador.

Entretanto, muitas vezes, o problema que está sendo suscitado em matéria de direito não condiz com o real interesse motivador das partes.

 

A capacitação é necessária

Assim, o advogado deve se capacitar para entender as raízes dos problemas dos seus clientes, pois ganhar uma causa necessariamente põe fim ao sofrimento ou gera a satisfação por completo da parte.

Como forma de amenizar esses problemas, o judiciário brasileiro tem adotado outros métodos de resolução de litígios que diferem do julgamento formal no qual o juiz apenas analisa formalmente a lide, sendo eles:

A mediação, conciliação e a arbitragem.

 

1. Mediação

A mediação trata-se de um método alto compositivo de resolução de conflito no qual o mediador, pessoa capacitada para analisar os problemas que estão entre as partes,.

Possibilita que os interessados no processo conversem de forma amigável sobre como resolver a contenda.

Esse tipo de seção ajuda que as partes coloquem pra fora todas as suas angustias, tristezas e outros sentimentos que estão incomodando-a, coisas que provocaram a abertura do processo.

Aqui, o mediador não interfere dando sua opinião sobre o caso concreto, ele atua mais como um facilitador da comunicação, ajuda as pessoas a manterem uma conversa amigável, que olhem olho no olho e enfrentem os problemas de forma racional.

É indicado principalmente para pessoas que possuíam um contato anterior ao conflito, que se conhecem a muito tempo.

 

2. Conciliação

A conciliação é bem parecida com a mediação, porém, neste caso em especial, o mediador possui um papel que pode sugerir possíveis formas de resolver o problema.

O conciliador é mais participativo, consegue propor soluções, conversa diretamente com as partes a fim de garantir que ambas as partes saiam satisfeitas.

É indicado para conflitos em que as partes não possuem um vínculo anterior.

 

3. Arbitragem

Já a arbitragem é bem diferente da mediação e conciliação, trata-se de uma forma de resolução de conflitos em que as partes escolhem uma pessoa de sua confiança, que possua conhecimento jurídico e capacidade para julgar seus problemas.

É uma atividade nova no Brasil e no mundo, mas que garante muitos resultados positivos.

Pois uma causa que demoraria em no mínimo 2 a 4 anos pelo caminho tradicional de justiça, na arbitragem a sentença é dada no mesmo dia em que as partes participam da seção.

Esse método é altamente utilizado, hoje, os tribunais de justiça estadual já possuem em suas repartições físicas salas especializadas para esses tipos de resolução de conflitos.

O próprio Conselho Nacional de Justiça – CNJ já adotou regras próprias para esses métodos.

 

O Novo Advogado em tempos de crise

Devido a pandemia de 2o2o gerada pelo patógeno intitulado de Covid-19 ou coronavírus, causador de várias mortes e quadros alarmantes de doentes no mundo, tem feito com que alguns países adotem inúmeras medidas de contenção, e entre elas a principal é o isolamento social.

Uma vez que o contágio acontece de acordo com especialistas e virologistas através do contato físico.

Diante dessa recomendação de isolamento social que a própria Organização Mundial de Saúde tem solicitado aos chefes de Estado para que não haja um índice maior de infecção, o comércio, escolas e todas as atividades que geram aglomerações estão sendo suspensas ou realizadas por meio de teletrabalho.

A crise e o judiciário

Nesse sentido, o judiciário também foi afetado em suas atividades rotineiras, os prazos processuais até o presente momento encontram-se paralisados até segunda ordem.

Algumas atividades como peticionamento ainda estão ocorrendo e na necessidade em caráter de urgência, estão sendo realizadas as audiências por meio de videoconferência.

Essas atividades que estão ocorrendo de forma eletrônica ou apoiadas pelas mídias tecnológicas reforçam o que é necessário que os advogados vejam adiante, mantenham seus olhares para o futuro.

 

Adaptações do Novo Advogado é necessária

Sem esses recursos oriundos da evolução tecnológica, muitas atividades estariam paralisadas em sua totalidade.

Gerando perdas para as partes e fomentando ainda mais a insegurança jurídica que a população possui em relação às entidades jurisdicionais.

 

É hora do Novo Advogado colocar suas habilidades em prática

No que tange a mediação, conciliação e arbitragem, essas técnicas funcionam com o propósito de garantir um julgamento célere e proporcionam às partes múltiplas formas de dar um fim ao problema, para que ambos não saiam ganhando.

Por isso são chamadas de resoluções de conflitos ganha-ganha, pois o que importa é a satisfação e não o bem ou objeto da causa em sua essência.

 

 

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